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Comparativo: Seguro Prestamista x Seguro de Vida Tradicional

Na hora de contratar um crédito ou planejar a segurança da família, é comum surgir a dúvida sobre qual proteção escolher. Embora ambos ofereçam amparo em momentos difíceis, o seguro prestamista e o seguro de vida tradicional possuem finalidades bem distintas no seu planejamento financeiro. O seguro de vida tradicional é uma proteção ampla. O capital segurado é pago aos beneficiários escolhidos (como cônjuges ou filhos) para que eles utilizem o dinheiro como desejarem — seja para manutenção do padrão de vida, estudos ou inventário. Já o seguro prestamista é um suporte focado na quitação de uma dívida específica, como o Consignado CLT ou financiamentos. Veja mais em: Tipos de seguro que todo trabalhador deveria conhecer Principais diferenças para o seu bolso: Em 2026, a estratégia mais inteligente é entender que um não substitui o outro. O seguro de vida protege as pessoas, enquanto o seguro prestamista protege o seu patrimônio e evita que dívidas sejam herdadas ou comprometam o orçamento familiar em caso de imprevistos. Ao contratar um suporte financeiro, verifique sempre as condições de cobertura e as franquias. Ter essa clareza garante que você tome uma decisão baseada no consumo consciente e na segurança real de quem você ama. Quer entender qual proteção faz mais sentido para o seu momento atual e garantir taxas que cabem no seu orçamento? Baixe o app da Up.p e faça uma simulação agora mesmo! Para guias completos sobre como proteger seu futuro, visite o blog da Up.p e tire todas as suas dúvidas.

Ferramenta do BC contra fraudes soma 1 milhão de adesões

O Banco Central alcançou um marco histórico na proteção dos cidadãos brasileiros em março de 2026. A funcionalidade que permite o bloqueio de abertura de contas por terceiros atingiu a marca de 1 milhão de adesões, sinalizando que o consumidor está cada vez mais atento à segurança dos seus dados. A iniciativa é uma resposta direta ao crescimento das fraudes de identidade, onde criminosos utilizam CPFs de terceiros para abrir contas em bancos digitais e aplicar golpes. A ferramenta do BC, integrada ao ecossistema do Registrato, permite que o usuário sinalize ao sistema financeiro que não deseja que novas contas sejam abertas em seu nome sem uma verificação adicional rigorosa. Esse “escudo digital” tem sido fundamental para reduzir o número de contas “laranjas”, que muitas vezes são utilizadas para movimentar dinheiro de origem ilícita ou para contratar empréstimos indevidos. Veja mais em: Crédito consignado poderá ganhar medidas de segurança em 2026 Como a proteção funciona na prática? Ao aderir ao serviço, o cidadão cria uma barreira de proteção que interrompe o fluxo automático de abertura de contas em diversas instituições financeiras. Entre os principais benefícios desta adesão, destacam-se: Especialistas em segurança cibernética afirmam que a marca de 1 milhão de usuários é apenas o começo. Com a sofisticação das táticas de engenharia social, o uso de ferramentas públicas e gratuitas torna-se indispensável para quem busca manter o planejamento financeiro em dia e o nome limpo no mercado. Para o trabalhador CLT ou aposentado, essa proteção é ainda mais relevante. Ao garantir que nenhuma conta desconhecida seja aberta em seu nome, você protege sua margem consignável e seu saldo do FGTS de possíveis movimentações suspeitas. Manter seus dados cadastrais seguros e utilizar o histórico de notificações do Banco Central são hábitos essenciais para o consumo consciente em 2026. Quer receber mais dicas exclusivas de como proteger seu dinheiro e ficar por dentro das últimas atualizações do Banco Central? Acompanhe o blog da Up.p para guias detalhados de segurança e entre no nosso canal oficial do WhatsApp para receber alertas em primeira mão!

Guia completo: Como declarar empréstimos e dívidas no IRPF

Mulher declarando imposto de renda

O período de prestação de contas com o Leão costuma gerar muitas dúvidas, especialmente quando o assunto envolve a movimentação de crédito. Em 2026, com a popularização de modalidades acessíveis como o Consignado CLT e a Antecipação do FGTS, entender como declarar corretamente esses valores é fundamental para manter a transparência com a Receita Federal e evitar a temida malha fina. Declarar empréstimos e dívidas no IRPF não significa, necessariamente, que você pagará mais imposto. Na verdade, para o fisco, essas informações servem para justificar a variação do seu patrimônio. Se você comprou um carro ou reformou a casa com o suporte de um crédito, a Receita precisa saber de onde veio o recurso para que aquela evolução patrimonial seja considerada legítima. Saiba mais em: Guia completo: principais dúvidas sobre Consignado CLT Por que é obrigatório declarar dívidas? A lógica da Receita Federal é baseada no fluxo de caixa. Se o seu patrimônio aumentou R$ 50.000 em um ano, mas sua renda declarada foi de R$ 40.000, há uma inconsistência. Ao informar seus empréstimos e dívidas no IRPF, você demonstra que aquele “excesso” de patrimônio foi financiado por terceiros (bancos ou instituições financeiras). Vale lembrar que a obrigatoriedade de declaração de dívidas e ônus reais aplica-se a valores superiores a R$ 5.000,00. Valores abaixo disso são dispensados, embora seja recomendável declará-los para manter um histórico financeiro preciso. Passo a passo: Como declarar seus empréstimos O preenchimento da declaração em 2026 segue uma estrutura lógica dentro do programa da Receita. A ficha principal para essas informações é a de “Dívidas e Ônus Reais”. No entanto, a forma como declarar depende diretamente do tipo de crédito que você contratou. Confira as diretrizes para os principais tipos de crédito: Atenção ao Campo “Discriminação” Este é o espaço onde você detalha a operação. Não economize nas informações: insira o valor total contratado, o número de parcelas, quantas já foram pagas e o saldo devedor remanescente. Ter os dados cadastrais e o informe de rendimentos em mãos é vital aqui. No caso do Consignado CLT, mencione que as parcelas são descontadas diretamente em folha. Se você realizou um Refinanciamento durante o ano, a atenção deve ser redobrada. Você deve “baixar” a dívida antiga e abrir uma nova linha, explicando na discriminação que o valor foi utilizado para liquidar o contrato anterior e gerou um “troco” ou redução de taxa. O que NÃO entra em Dívidas e Ônus Reais? Um erro comum é confundir financiamentos de bens com empréstimos pessoais. Financiamentos de imóveis ou veículos, onde o próprio bem é a garantia (alienação fiduciária), não devem ser declarados na ficha de “Dívidas e Ônus Reais”. Nesses casos, a declaração é feita na ficha de “Bens e Direitos”. Você informa o código do bem (casa ou carro) e, no campo “Situação em 31/12”, vai somando apenas os valores efetivamente pagos (entrada + parcelas pagas no ano). Você não declara o valor total da dívida que falta pagar, apenas o que já saiu do seu bolso. A importância do Informe de Rendimentos As instituições financeiras são obrigadas a fornecer o informe de rendimentos até o final de fevereiro de cada ano. Com a digitalização dos serviços em 2026, você consegue baixar esse documento diretamente no seu app de crédito ou via e-mail. O informe é o seu mapa. Ele trará exatamente o saldo devedor em 31/12 do ano anterior e o saldo em 31/12 do ano atual. Usar esses números exatos evita divergências no sistema da Receita e garante um planejamento financeiro livre de multas. Se você percebeu algum erro no documento, entre em contato imediatamente com a instituição para solicitar a retificação antes de enviar sua declaração. Organização: O segredo para um IRPF sem sustos Manter o controle dos seus empréstimos e dívidas no IRPF é uma extensão do seu consumo consciente. Quando você sabe exatamente quanto deve e como isso está registrado, você tem mais poder para decidir sobre novos suportes financeiros ou portabilidades. Dicas para não se perder: Veja mais em: Metas financeiras inteligentes para planejar 2026 Transparência gera tranquilidade Saber como declarar suas obrigações financeiras é o último passo de uma jornada de crédito bem-sucedida. O IRPF é apenas o registro fotográfico da sua vida financeira para o governo. Ao informar corretamente seus empréstimos, você protege seu CPF, justifica seu crescimento e garante que está operando dentro das regras do mercado. O crédito, quando bem utilizado e corretamente declarado, é um motor de crescimento. Não tenha medo do Leão; tenha organização. Precisa acessar seus informes de rendimentos de 2025 ou quer entender melhor como os nossos produtos aparecem na sua declaração? Baixe agora o app da Up.p e tenha todos os seus documentos na palma da mão! Para mais guias detalhados sobre organização financeira e impostos, visite o blog da Up.p e tire todas as suas dúvidas.

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