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Governo federal mantém medidas para aumentar arrecadação e cumprir metas fiscais

Jovem mulher usando tablet vendo sobre metas fiscais e tomando café em um ambiente aconchegante com iluminação quente e plantas ao fundo.

O governo federal mantém medidas para aumentar arrecadação e cumprir metas fiscais como parte da estratégia para equilibrar as contas públicas e garantir maior previsibilidade econômica. A sinalização reforça o compromisso com o controle do déficit e com a sustentabilidade fiscal nos próximos anos, tema que impacta diretamente empresas, consumidores e o acesso ao crédito no país. De acordo com informações divulgadas recentemente, a equipe econômica pretende continuar adotando ações que ampliem a receita, ao mesmo tempo em que busca cumprir as metas estabelecidas no novo arcabouço fiscal. Por que o governo federal mantém medidas para aumentar arrecadação e cumprir metas fiscais A decisão de manter essas medidas não acontece por acaso. O cenário fiscal brasileiro ainda exige atenção, principalmente diante da necessidade de equilibrar despesas públicas e receitas. Entre os principais objetivos dessa estratégia, destacam-se: Além disso, o aumento da arrecadação permite que o governo continue financiando políticas públicas essenciais sem comprometer o equilíbrio das contas. Quais medidas estão sendo adotadas para aumentar a arrecadação O plano do governo envolve uma combinação de iniciativas que visam ampliar a base de arrecadação e reduzir perdas fiscais. Entre as principais ações, estão: Essas medidas são vistas como alternativas para aumentar a receita sem necessariamente criar novos tributos, embora possam impactar diferentes setores da economia. Para entender melhor o contexto completo da notícia, confira a matéria publicada pelo G1. Impactos das medidas fiscais para a economia A decisão de que o governo federal mantém medidas para aumentar arrecadação e cumprir metas fiscais gera reflexos importantes em diferentes áreas. Para o mercado financeiro O compromisso com metas fiscais costuma ser bem recebido por investidores, pois transmite maior segurança econômica. Isso pode resultar em: Para empresas Empresas podem sentir os efeitos de forma mais direta, principalmente quando há revisão de benefícios fiscais ou aumento de carga tributária em determinados setores. Por outro lado, um ambiente econômico mais estável tende a favorecer investimentos e planejamento estratégico. Para o consumidor Para a população, os impactos podem aparecer de forma indireta: Por isso, acompanhar decisões fiscais é essencial para entender o cenário econômico e tomar decisões financeiras mais conscientes. Metas fiscais e o novo arcabouço O compromisso de cumprir metas fiscais está diretamente ligado ao modelo adotado pelo governo para controlar os gastos públicos. O novo arcabouço fiscal estabelece regras que limitam o crescimento das despesas e condicionam esse avanço ao desempenho das receitas. Na prática, isso significa que: Essa estrutura reforça a importância de manter medidas voltadas à arrecadação, tornando o tema central para a política econômica atual. O que esperar dos próximos meses A tendência é que o governo federal mantenha medidas para aumentar arrecadação e cumprir metas fiscais ao longo dos próximos meses, especialmente diante dos desafios de fechar as contas dentro das metas previstas. Entre os pontos de atenção, estão: Esse cenário exige atenção tanto de empresas quanto de consumidores, já que mudanças fiscais podem impactar diretamente o dia a dia financeiro. Como acompanhar e se preparar para mudanças econômicas Diante de um cenário fiscal em constante ajuste, acompanhar notícias econômicas deixa de ser apenas interesse e passa a ser uma necessidade. Algumas boas práticas incluem: Estar bem informado permite tomar decisões mais seguras e evitar surpresas no orçamento. Quer acompanhar mais notícias, atualizações e análises completas sobre o PIX e outros temas relevantes do universo financeiro? Acesse nosso blog para ficar bem informado com conteúdo atualizado e confiável. E para receber alertas e novidades diretamente no seu celular, entre no nosso canal do WhatsApp, assim você não perde nenhuma atualização importante sobre serviços financeiros essenciais. Acompanhe todas as notícias que importam para sua vida financeira!

Justa causa: o que você realmente perde e o que ainda tem direito a receber

Mulher usando smartphone à noite na rua e vendo sobre demissão por justa causa, vestindo casaco branco e sorrindo, capturada em ambiente urbano com luzes de neon ao fundo.

A justa causa é uma das situações mais delicadas dentro da relação de trabalho. Quando ocorre, surgem dúvidas imediatas: o que é perdido? Ainda existe algum valor a receber? E, principalmente, como reorganizar a vida financeira após esse cenário? Entender os impactos da justa causa vai muito além de conhecer regras básicas. Trata-se de compreender direitos, evitar prejuízos e encontrar alternativas para manter o equilíbrio financeiro. A seguir, o conteúdo detalha exatamente o que acontece nesse tipo de rescisão e como agir com mais segurança. O que caracteriza a justa causa A justa causa acontece quando o empregador encerra o contrato de trabalho por conta de uma falta grave cometida pelo colaborador. Essa decisão precisa estar bem fundamentada na legislação trabalhista, especialmente no artigo 482 da CLT. Entre os principais motivos estão: Essas situações precisam ser comprovadas, já que a justa causa é a penalidade mais severa aplicada ao trabalhador. Por isso, não pode ser aplicada de forma arbitrária. O que você perde na justa causa Ao ser desligado por justa causa, o trabalhador deixa de receber uma série de direitos que normalmente são pagos em outros tipos de desligamento. Antes de detalhar, é importante entender que essa modalidade impacta diretamente a renda imediata e o planejamento financeiro. Confira o que é perdido: Na prática, isso significa uma redução significativa no valor total da rescisão, o que pode gerar dificuldades no curto prazo. Além disso, a impossibilidade de acessar o saldo do FGTS ou contar com o seguro-desemprego torna a reorganização financeira ainda mais desafiadora. O que ainda pode ser recebido na justa causa Mesmo com perdas importantes, a justa causa não elimina todos os direitos do trabalhador. Existem valores que ainda precisam ser pagos pela empresa. Entre eles: Esses valores são garantidos por lei e não podem ser retirados, independentemente do motivo do desligamento. Apesar disso, é comum que o total recebido seja bem inferior ao esperado, o que reforça a necessidade de planejamento financeiro imediato. Veja mais: Demissão com justa causa vs. sem justa causa FGTS na justa causa: como funciona Um dos pontos que mais geram dúvidas na justa causa é o FGTS. O trabalhador não perde o saldo acumulado na conta, mas enfrenta restrições importantes: Ou seja, o dinheiro continua sendo seu, mas não está acessível naquele momento. Essa limitação pode impactar diretamente quem precisa de recursos imediatos após a justa causa. Como reorganizar a vida financeira após a justa causa Diante de tantas perdas, é fundamental agir rapidamente para manter o controle das finanças. A justa causa exige uma adaptação imediata do orçamento. Algumas ações podem ajudar nesse processo: A organização nesse momento é essencial para evitar um efeito dominó nas finanças pessoais. Alternativas para recuperar o controle financeiro Mesmo após a justa causa, existem formas de retomar o equilíbrio financeiro com mais segurança e planejamento. Nesse cenário, soluções que utilizam recursos já disponíveis podem ser uma alternativa mais estratégica. Antecipação do FGTS como alternativa Apesar de não poder sacar o FGTS diretamente, existe uma possibilidade pouco conhecida: a Antecipação do FGTS. Essa modalidade permite antecipar valores futuros do saque-aniversário, sem comprometer o orçamento mensal. Entre os principais benefícios estão: É uma forma prática de acessar recursos mesmo após a justa causa, sem precisar recorrer a soluções mais caras. Consignado CLT como opção estratégica Para quem consegue uma nova colocação com carteira assinada, o Consignado CLT pode ser uma alternativa interessante. Esse tipo de crédito oferece condições mais vantajosas porque o pagamento é descontado diretamente na folha. Entre os diferenciais: Isso ajuda a reorganizar a vida financeira com mais controle e segurança, especialmente após um período instável. Como evitar problemas futuros com justa causa Embora nem sempre seja possível evitar uma justa causa, algumas atitudes reduzem significativamente os riscos. Entre as principais boas práticas: A prevenção ainda é o melhor caminho para preservar direitos e evitar perdas financeiras. Veja mais: 5 Direitos do trabalhador CLT na hora da demissão Quando procurar orientação jurídica Em alguns casos, a aplicação da justa causa pode ser questionada. Isso acontece quando não há provas suficientes ou quando a penalidade é considerada desproporcional. Vale buscar orientação especializada quando: Um profissional pode avaliar a situação e identificar se há possibilidade de reversão, o que pode garantir o acesso a direitos perdidos. Entender seus direitos faz toda a diferença A justa causa impacta diretamente a vida financeira, mas o conhecimento é a principal ferramenta para lidar com esse momento. Saber exatamente o que é perdido e o que ainda pode ser recebido evita surpresas e ajuda na tomada de decisões mais conscientes. Além disso, conhecer alternativas como a Antecipação do FGTS e o Consignado CLT pode trazer mais tranquilidade em um momento de instabilidade. Passar por uma justa causa não é simples, mas é possível reorganizar a vida financeira com estratégia e informação. Buscar soluções seguras, evitar decisões impulsivas e aproveitar recursos disponíveis pode fazer toda a diferença nesse momento. Para continuar aprendendo sobre finanças, crédito consciente e alternativas práticas para o dia a dia, acompanhe os conteúdos do nosso blog e conheça as soluções disponíveis no site da Up.p.

FGTS para Reformas: É possível além da compra do imóvel?

O uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como alavanca para o sonho da casa própria é amplamente conhecido. Entretanto, com as constantes atualizações nas regras habitacionais em 2026, muitos trabalhadores buscam entender se o FGTS Futuro para Reformas é uma realidade e se é possível usar a modalidade além da compra do imóvel. O conceito de “FGTS Futuro” permite que o trabalhador utilize os depósitos que ainda serão feitos pelo empregador para compor a renda e facilitar o financiamento. Mas quando o assunto é reforma ou construção, as regras possuem especificidades que exigem atenção. Veja mais em: Herança e FGTS: Como herdeiros podem movimentar o fundo O que você precisa saber sobre o uso do FGTS em 2026: Se o seu objetivo é renovar o seu lar e você não se enquadra nas regras rígidas do financiamento habitacional, a estratégia mais inteligente em 2026 é transformar o seu saldo parado em dinheiro na mão através de modalidades de crédito com garantia. Isso permite que você execute sua reforma sem burocracia e com taxas muito menores do que as do crédito pessoal tradicional. A flexibilidade do FGTS permite que ele seja seu maior aliado no planejamento doméstico, desde que você escolha a linha de crédito correta para o seu perfil. Quer reformar sua casa agora sem esperar as liberações do governo? Com a Antecipação do FGTS na Up.p, você transforma seu saldo em Pix em poucos minutos e tira sua reforma do papel com as melhores taxas do mercado. Acesse o nosso Blog ou site oficial para simular e descobrir como o seu FGTS pode antecipar seus planos hoje mesmo!

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