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Prazos de Pagamento: O que fazer se a empresa atrasa a rescisão

Encerrar um ciclo profissional exige organização, mas nem sempre as empresas cumprem com o combinado. Em 2026, com a integração total do FGTS Digital e do eSocial, a fiscalização sobre os Prazos de Pagamento tornou-se mais rigorosa. Ainda assim, atrasos podem ocorrer, e é fundamental saber como agir para proteger seus direitos. O prazo legal para o acerto das verbas rescisórias permanece de até 10 dias corridos após o término do contrato, independentemente do tipo de aviso prévio. Se a empresa não cumprir esse período, ela fica sujeita a penalidades que beneficiam diretamente o trabalhador. Veja mais em: Pós-Demissão: Os 10 passos para não perder nenhum benefício O que fazer se a empresa atrasa a rescisão em 2026? Se o décimo dia passou e o dinheiro não caiu na conta, você deve seguir estes passos estratégicos: Além de buscar seus direitos legais, é importante ter um plano de contingência financeira. O atraso na rescisão pode desequilibrar o orçamento doméstico, especialmente em um cenário onde o custo de vida exige liquidez imediata. Estar bem informado sobre as modalidades de crédito que utilizam seu saldo acumulado pode ser a solução para atravessar esse período sem recorrer a juros abusivos. A tecnologia em 2026 facilita o acesso à informação, permitindo que você monitore cada passo do seu fundo de garantia e das suas verbas rescisórias na palma da mão. Está enfrentando instabilidade financeira por causa de atrasos ou quer entender melhor seus direitos trabalhistas? Visite nosso site e explore nosso blog para guias completos sobre FGTS e finanças. Aproveite para baixar o app da Up.p e descobrir como antecipar seus planos com segurança e taxas justas. Com a Up.p, você assume o controle do seu dinheiro!

Inadimplência e juros altos pressionam fundos de crédito

O mercado financeiro em 2026 atravessa um momento de reajuste severo. O que muitos investidores consideravam um “porto seguro” — os fundos de crédito privado — está sob forte estresse. A combinação de inadimplência e juros altos tem gerado uma volatilidade inesperada em carteiras de renda fixa, provocando resgates bilionários que já somam aproximadamente R$ 12 bilhões nas últimas semanas. O problema central reside na alavancagem das empresas. Muitas companhias apostaram em uma queda célere da Selic que não se concretizou. Agora, com o custo da dívida elevado e a inflação persistente, gigantes do mercado começam a apresentar dificuldades operacionais, impactando diretamente os títulos de dívida (debêntures) que compõem esses fundos. Veja mais em: Desenrola Brasil: novo programa pode usar FGTS para quitar dívidas Os principais fatores que pressionam fundos de crédito hoje: Para o trabalhador e o pequeno investidor, o cenário exige cautela e uma revisão estratégica. A percepção de que a renda fixa é isenta de riscos é um equívoco perigoso; fundos de crédito podem, sim, registrar perdas nominais. Especialistas apontam que a diversificação e a busca por ativos com garantias reais tornam-se essenciais para atravessar esse período de instabilidade sem comprometer o patrimônio. Nesse contexto, entender onde seu dinheiro está alocado é o primeiro passo para não ser pego de surpresa por movimentos bruscos do mercado. O momento é de priorizar a liquidez e a segurança em instituições que ofereçam transparência total sobre as taxas e riscos envolvidos. Quer proteger seu orçamento e entender como navegar com segurança em tempos de incerteza econômica? Visite nosso site e acompanhe nosso blog para guias detalhados sobre educação financeira e crédito consciente. Não perca nenhuma atualização do mercado: entre agora no nosso canal do WhatsApp e receba informações exclusivas para fazer o seu dinheiro render com inteligência. Com a Up.p, você evolui com segurança e informação de qualidade!

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