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Abertura do Crédito do Trabalhador é adiada para 26 de junho de 2026

Um homem sentado em uma cadeira, concentrado enquanto usa seu celular vendo sobre Crédito do Trabalhador.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou, por meio de comunicado oficial, uma alteração no cronograma de abertura do ciclo do Crédito do Trabalhador referente à competência de julho de 2026. A previsão inicial de início em 23/06/2026 foi alterada, e a nova data de abertura está programada para 26/06/2026, sexta-feira. A mudança ocorre de forma excepcional e impacta diretamente o funcionamento da plataforma durante o período de transição. Operações ficam suspensas temporariamente Entre os dias 23/06 e 25/06/2026, algumas funcionalidades da plataforma do Crédito do Trabalhador ficarão indisponíveis. Durante esse intervalo, não será possível realizar: A suspensão temporária faz parte do ajuste operacional necessário para a abertura do novo ciclo. Impacto para trabalhadores e instituições financeiras A alteração no calendário afeta diretamente trabalhadores que utilizam o crédito consignado vinculado à CTPS Digital, além de instituições financeiras que operam na plataforma. Na prática, o período de indisponibilidade exige planejamento prévio para quem pretende contratar, migrar ou renegociar operações de crédito. O que muda com o novo cronograma Com a nova data de abertura, o ciclo do Crédito do Trabalhador passa a seguir o início oficial em 26/06/2026. A partir desse momento, as operações serão retomadas normalmente dentro da plataforma. O comunicado reforça que se trata de uma medida pontual, sem alteração nas regras do programa, apenas no cronograma de abertura e manutenção do sistema. Quer acompanhar mais notícias, atualizações e análises do universo financeiro? Acesse nosso blog e acompanhe nosso canal do WhatsApp para receber novidades e alertas importantes.

Refinanciamento de consignado: quando vale a pena trocar sua parcela por uma menor?

Mulher com cabelo claro e óculos usa um notebook e calcula contas com uma caneta na mesa, em ambiente de trabalho com xícara de café ao lado.

O refinanciamento de consignado pode ser uma alternativa interessante para quem deseja reorganizar o orçamento, reduzir o valor das parcelas mensais ou até mesmo obter crédito adicional sem contratar uma nova linha de empréstimo.  No entanto, antes de tomar essa decisão, é fundamental entender como essa modalidade funciona e em quais situações ela realmente gera vantagens financeiras. Com o aumento dos custos do dia a dia, muitas pessoas buscam formas de aliviar o peso das dívidas no orçamento.  Nesse cenário, refinanciar empréstimo consignado surge como uma opção capaz de proporcionar mais fôlego financeiro, desde que a operação seja realizada de forma planejada e consciente. O que é refinanciamento de consignado? O refinanciamento de consignado é uma operação que permite renegociar um contrato de empréstimo já existente.  Na prática, a instituição financeira quita o saldo devedor atual e cria um novo contrato, geralmente com um prazo maior de pagamento. Essa mudança pode resultar em uma parcela menor consignado, facilitando a gestão das finanças mensais. O refinanciamento de consignado consiste na substituição de um contrato vigente por outro, normalmente com novo prazo e novas condições de pagamento, permitindo reduzir o valor das parcelas ou liberar crédito adicional. Embora a parcela fique menor em muitos casos, é importante analisar o custo total da operação, já que a ampliação do prazo pode aumentar o valor final pago ao longo do contrato. Como funciona a redução da parcela? A redução acontece principalmente por meio da extensão do prazo de pagamento. Imagine o seguinte cenário: Ao refinanciar: Nesse exemplo, a prestação mensal fica mais leve para o orçamento, criando espaço para outras despesas ou objetivos financeiros. Porém, o cálculo deve considerar juros, tarifas e o valor total pago até o encerramento do contrato. Quando vale a pena refinanciar empréstimo consignado? A resposta depende da situação financeira de cada pessoa. De forma geral, o refinanciamento tende a ser vantajoso quando existe necessidade de melhorar o fluxo de caixa sem comprometer ainda mais o orçamento. Situações em que o refinanciamento pode ser interessante Alguns cenários costumam justificar essa decisão: Nesses casos, a redução da parcela pode contribuir para evitar atrasos e manter as contas em dia. Refinanciar o consignado costuma valer a pena quando a redução da parcela gera equilíbrio financeiro e evita o endividamento com linhas de crédito mais caras, como cheque especial ou cartão de crédito. Quais são os benefícios do refinanciamento de consignado? Além da possibilidade de pagar menos por mês, existem outras vantagens que merecem atenção. Mais controle do orçamento Com parcelas menores, sobra mais espaço para despesas essenciais, imprevistos e planejamento financeiro. Possibilidade de crédito adicional Dependendo das condições do contrato, o refinanciamento pode liberar recursos extras sem a necessidade de uma nova análise complexa. Juros geralmente menores O crédito consignado costuma apresentar taxas mais competitivas em comparação a outras modalidades de empréstimo pessoal. Menor risco de inadimplência Ao reduzir o valor da prestação, o consumidor consegue administrar melhor os compromissos financeiros. Quando o refinanciamento pode não ser a melhor opção? Nem sempre reduzir a parcela significa economizar dinheiro. Existem situações em que o refinanciamento deve ser analisado com mais cautela. Principais pontos de atenção Antes de assinar um novo contrato, vale observar: Se a única motivação for prolongar uma dívida sem reorganizar as finanças, o refinanciamento pode não gerar os resultados esperados. Refinanciamento ou portabilidade: qual a diferença? Essa é uma dúvida bastante comum. Embora ambos os processos envolvam empréstimos consignados, possuem objetivos diferentes. Refinanciamento Portabilidade Renegocia o contrato atual Transfere o contrato para outra instituição Pode reduzir a parcela Busca melhores taxas de juros Pode liberar crédito adicional Não costuma gerar crédito extra Pode aumentar o prazo Mantém condições semelhantes A escolha depende do objetivo financeiro de cada pessoa. Quem busca parcelas menores pode encontrar vantagens no refinanciamento. Já quem deseja reduzir juros pode considerar a portabilidade. Como saber se a troca da parcela é vantajosa? Antes de decidir, alguns cálculos são indispensáveis. Analise os seguintes pontos A avaliação do custo total ajuda a evitar decisões baseadas apenas no valor mensal da prestação. Uma parcela menor pode aliviar o orçamento imediatamente, mas a análise do custo total do contrato é essencial para determinar se o refinanciamento realmente compensa financeiramente. Alternativas ao refinanciamento de consignado Dependendo da necessidade, outras soluções podem ser mais adequadas. Consignado CLT Para trabalhadores com carteira assinada, o Consignado CLT pode oferecer condições competitivas e parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento. Essa modalidade pode representar uma alternativa interessante para reorganização financeira ou consolidação de dívidas. Antecipação do FGTS A Antecipação do FGTS permite acessar antecipadamente parcelas futuras do saque-aniversário sem comprometer a renda mensal. Para quem busca recursos extras sem assumir uma nova prestação mensal, essa opção pode ser bastante estratégica. Antes de contratar qualquer modalidade, é importante comparar condições, taxas e impactos no orçamento. Perguntas frequentes sobre refinanciamento de consignado Refinanciar empréstimo consignado reduz os juros? Nem sempre. O objetivo principal costuma ser a reorganização do prazo e da parcela. A redução dos juros depende das condições oferecidas pela instituição financeira. O refinanciamento libera dinheiro na conta? Em alguns casos, sim. Dependendo do saldo devedor e das regras da operação, pode haver liberação de crédito adicional. Vale a pena trocar uma parcela maior por uma menor? Pode valer a pena quando a redução ajuda a equilibrar o orçamento e evita o uso de linhas de crédito mais caras. A análise do custo total continua sendo fundamental. É possível refinanciar mais de uma vez? Isso depende das regras da instituição financeira e das condições do contrato vigente. Refinanciamento afeta a margem consignável? Sim. Como se trata de uma nova operação, a margem disponível pode ser impactada de acordo com o valor contratado e o prazo escolhido. O refinanciamento de consignado pode ser uma ferramenta eficiente para quem busca mais equilíbrio financeiro, redução das parcelas mensais e melhor gestão do orçamento. No entanto, a decisão deve considerar não apenas o valor da nova prestação, mas também o custo total da operação e os objetivos financeiros de longo

Busca por crédito cresce no Brasil mesmo com juros elevados

Casal em casa na cozinha: homem com expressão de estresse e as mãos no rosto, enquanto a mulher ao lado parece preocupada. Mesa com computador, xícara e papéis.

A busca por crédito continua avançando no Brasil, mesmo em um cenário marcado por juros elevados e maior cautela das instituições financeiras.  O movimento reflete a necessidade de muitas famílias e empresas de complementar o orçamento, reorganizar as finanças ou manter operações em funcionamento diante da pressão sobre renda e custos. Dados recentes mostram que a procura por crédito aumentou nos últimos meses, impulsionada principalmente por consumidores de menor renda e por empresas que precisam reforçar o caixa para cobrir despesas correntes. A demanda por crédito segue crescendo no Brasil, mesmo com taxas de juros elevadas, indicando que consumidores e empresas continuam recorrendo a financiamentos para equilibrar o orçamento e manter atividades essenciais. Por que os brasileiros estão buscando mais crédito? O aumento da procura por crédito está diretamente ligado ao cenário econômico atual.  Com o custo de vida pressionando o orçamento familiar, muitas pessoas recorrem a empréstimos, financiamentos e modalidades de crédito para lidar com as despesas do dia a dia. Além disso, o nível de endividamento das famílias brasileiras permanece elevado.  Em alguns casos, o crédito é utilizado para quitar outras dívidas ou renegociar compromissos financeiros já existentes. Principais motivos para a contratação de crédito Embora o crédito possa ser uma ferramenta importante para enfrentar dificuldades financeiras, especialistas alertam que ele deve ser utilizado com planejamento e responsabilidade. O que preocupa especialistas? O crescimento da demanda não é visto apenas como um sinal de aquecimento econômico.  Parte das operações está concentrada em modalidades mais caras, como crédito rotativo do cartão e empréstimos sem garantias, que costumam apresentar juros significativamente mais altos. O Banco Central já classificou o superendividamento como um problema crescente no país, destacando que a facilidade de acesso ao crédito pode levar consumidores a assumir compromissos acima da capacidade de pagamento quando não existe planejamento financeiro adequado. O crédito pode ajudar a resolver necessidades imediatas, mas não representa aumento de renda.  Toda contratação gera um compromisso financeiro futuro que precisa caber no orçamento. Crédito consignado ganha espaço Entre as modalidades que vêm se destacando está o crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada.  A linha oferece taxas geralmente menores do que outras opções disponíveis no mercado, o que ajuda a explicar sua expansão recente. O crescimento dessa modalidade ampliou o acesso ao crédito para milhões de brasileiros, mas também reforçou a necessidade de educação financeira para evitar que o recurso seja utilizado sem planejamento. O crédito consignado é sempre a melhor opção? Nem sempre. Embora apresente juros menores em comparação com outras linhas de crédito, o consignado também compromete parte da renda futura do trabalhador.  Por isso, a contratação deve considerar: Como esse cenário afeta empresas? O aumento da busca por crédito não acontece apenas entre consumidores.  Muitas empresas também estão recorrendo a financiamentos para custear operações, formar estoques e administrar o fluxo de caixa. Ao mesmo tempo, o custo do crédito continua sendo um desafio para o setor produtivo.  O encarecimento dos empréstimos reduz as margens de lucro e pode levar parte das empresas a repassar custos aos consumidores. O que esperar dos próximos meses? A trajetória da demanda por crédito dependerá de fatores como inflação, comportamento da taxa Selic, nível de emprego e renda das famílias. Mesmo que os juros permaneçam elevados, especialistas avaliam que a procura por recursos financeiros pode continuar forte enquanto houver pressão sobre o orçamento doméstico e necessidade de reorganização financeira. A busca por crédito deve continuar crescendo? A tendência é de manutenção da demanda em níveis elevados no curto prazo.  Isso ocorre porque muitas famílias ainda enfrentam dificuldades para equilibrar receitas e despesas, enquanto empresas seguem buscando capital para sustentar operações e investimentos. Entenda o cenário atual em poucas palavras A busca por crédito segue crescendo no Brasil apesar dos juros elevados.  O movimento mostra que famílias e empresas continuam recorrendo a empréstimos para enfrentar desafios financeiros, reorganizar dívidas e manter suas atividades.  Ao mesmo tempo, especialistas alertam para os riscos do endividamento excessivo e reforçam a importância do planejamento financeiro. Segundo reportagem publicada pelo Correio do Povo, a alta na procura por crédito tem sido observada mesmo em um ambiente de juros acima de 14% ao ano, reforçando a dependência desse recurso para parte significativa da população. Fique por dentro das principais notícias financeiras Quer acompanhar mais notícias, atualizações e análises do universo financeiro? Acesse nosso blog e acompanhe nosso canal do WhatsApp para receber novidades e alertas importantes.

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