A nova regra do Pix automático anunciada pelo Banco Central trouxe mudanças importantes para quem utiliza a modalidade de pagamentos recorrentes.
A atualização exige que clientes façam uma autorização específica até abril para continuar utilizando o serviço, reforçando a segurança e o controle sobre cobranças automáticas.
A medida impacta empresas que oferecem pagamentos periódicos, como mensalidades, assinaturas e contas recorrentes, e também milhões de consumidores que já utilizam o recurso. A seguir, entenda o que muda na prática e como se adequar à nova exigência.
O que muda com a nova regra do Pix automático
Segundo notícias, a nova regra do Pix automático determina que as instituições financeiras deverão obter autorização expressa do cliente para manter cobranças recorrentes ativas.
Na prática, isso significa que usuários precisarão confirmar formalmente o vínculo com empresas que utilizam o serviço.
O objetivo principal é aumentar a transparência, reduzir riscos de cobranças indevidas e fortalecer a segurança do sistema.
Entre os principais pontos da atualização, destacam-se:
- Exigência de autorização ativa do cliente até abril;
- Reforço nos mecanismos de confirmação dentro do app do banco;
- Maior clareza sobre valores, periodicidade e empresa recebedora;
- Possibilidade de cancelamento facilitado pelo próprio aplicativo.
Por que o Banco Central mudou as regras
O sistema de pagamentos instantâneos, criado pelo Banco Central do Brasil, evoluiu rapidamente desde o seu lançamento.
Com a expansão de funcionalidades como o Pix automático, surgiram novas demandas relacionadas à segurança, prevenção a fraudes e clareza contratual.
A atualização das regras busca:
Garantir mais controle ao consumidor
O cliente passa a ter participação ativa na autorização de cobranças recorrentes, evitando surpresas na conta e fortalecendo o consentimento digital.
Padronizar procedimentos entre instituições
Com a nova diretriz, bancos e fintechs devem seguir critérios mais rígidos de confirmação, o que aumenta a confiabilidade do sistema como um todo.
Reduzir disputas e cancelamentos indevidos
Ao exigir autorização formal, a tendência é diminuir conflitos entre consumidores e empresas.
Quem precisa autorizar o Pix automático

A exigência vale principalmente para quem já utiliza o Pix automático para pagamentos recorrentes. Isso inclui:
- Assinaturas de serviços digitais;
- Mensalidades escolares ou acadêmicas;
- Planos de academia;
- Cobranças de serviços recorrentes.
Caso o cliente não realize a autorização até o prazo estabelecido, o serviço poderá ser suspenso.
É fundamental acessar o aplicativo do banco, verificar as notificações e confirmar a autorização dentro do prazo informado pela instituição financeira.
O que acontece se não autorizar até abril
Quem não autorizar a continuidade do Pix automático pode ter as cobranças recorrentes interrompidas. Isso não gera multa automática, mas pode resultar em atraso no pagamento de serviços contratados.
Por isso, a recomendação é simples: verifique seus agendamentos, revise suas autorizações ativas e confirme apenas aquilo que realmente deseja manter.
A medida não altera o funcionamento do Pix tradicional, que continua operando normalmente para transferências instantâneas.
Impactos para empresas e consumidores
Para empresas, a nova regra exige adequações operacionais e comunicação clara com seus clientes. Já para consumidores, o movimento reforça a segurança e a transparência nas relações financeiras.
Em um cenário de crescente digitalização, ajustes regulatórios são comuns e fazem parte do amadurecimento do sistema de pagamentos brasileiro.
A nova regra do Pix automático reforça uma tendência: mais proteção ao usuário sem comprometer a agilidade do sistema.
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