Como as Fintechs estão redefinindo o crédito no Brasil

Gabriel Pérgola, fundador e CEO da Up.p. Nos últimos anos, as fintechs têm desempenhado um papel transformador no setor financeiro, democratizando o acesso ao crédito e desafiando o domínio das instituições tradicionais. De acordo com a Pesquisa Fintechs de Crédito Digital da PwC Brasil e da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), a base de clientes pessoa física das fintechs no Brasil aumentou 82%, saltando de 25,6 milhões em 2022 para 46,7 milhões em 2023. Veja mais em: Crédito do trabalhador fecha 2025 com 17 milhões de empréstimos consignados É notável o quanto o crédito é um fator importante para o crescimento econômico e a inclusão financeira. Ele impulsiona a demanda por bens e serviços, possibilita a realização de sonhos, como o financiamento da educação ou a conquista da casa própria, e permite que pequenas e médias empresas expandam seus negócios. Entretanto, o acesso ao crédito no Brasil sempre foi marcado por altas taxas de juros e burocracias excessivas. As Fintechs surgem como uma alternativa nesse cenário, especialmente no segmento de antecipação de FGTS. Com isso, os clientes conseguem ter acesso a recursos financeiros de forma mais prática e sem os obstáculos tradicionais. Não é necessário enfrentar filas em agências ou preencher formulários extensos, o cliente pode realizar todas as etapas de forma online, desde a simulação até a assinatura do contrato. Toda essa praticidade atrai desde trabalhadores que precisam de liquidez imediata para alguma urgência até consumidores que desejam utilizar o FGTS de forma estratégica. Ao focar em nichos específicos, como a antecipação do saque-aniversário FGTS e outros créditos com garantia, as fintechs estão mudando as regras do jogo, oferecendo taxas menores que as cobradas pelas grandes instituições. Essa segmentação permite atender a demanda que não é alcançada pelos bancos, criando oportunidades de mercado. É importante ressaltar que a democratização do crédito promovida pelas fintechs vai além do aspecto financeiro. Ela impacta a sociedade como um todo, pois possibilita que milhões de brasileiros tenham oportunidades. Para trabalhadores de baixa renda, por exemplo, a possibilidade de antecipar o FGTS pode significar a diferença entre conseguir pagar uma dívida ou enfrentar restrições financeiras. Para empreendedores, um empréstimo com condições justas pode ser o impulso necessário para transformar uma ideia em um negócio lucrativo. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), quatro em cada dez brasileiros adultos estavam negativados em outubro, o que representa mais de 68 milhões de consumidores. Diante desse cenário, as Fintechs também são aliadas fundamentais para auxiliar brasileiros endividados a recuperar o equilíbrio financeiro. Saiba mais em: Saque-aniversário: o que mudou em 25 e o que esperar em 2026 O mercado brasileiro está em um momento único e as Fintechs já conquistaram um espaço significativo nesse ecossistema financeiro, como citei anteriormente, demonstrando sua capacidade de transformar o setor. Porém, o potencial de crescimento e inovação é imenso, e as oportunidades que surgem são abundantes. Acredito em um futuro promissor para essas instituições financeiras. Combinando inclusão, tecnologia e competitividade, estamos construindo um sistema mais justo e eficiente. É só o começo. Acesse nosso blog para ficar bem informado com conteúdo atualizado, confiável e pensado para quem busca decisões financeiras mais seguras. E para receber alertas e novidades diretamente no seu celular, entre no nosso canal do WhatsApp. Assim, você não perde nenhuma atualização importante sobre serviços financeiros essenciais e notícias que impactam sua vida financeira.
O que são PSTIS e por que eles têm limite de R$15 mil no Pix?

Introdução O termo PSTI significa Prestadores de Serviço de Tecnologia da Informação. Eles são empresas de tecnologia que ajudam outras Instituições Financeiras e fintechs a se conectarem ao sistema do Pix. Mas por que eles têm um limite de R$15 mil? O Banco Central impôs o limite de R$15 mil por transação (Pix e TED) para os Prestadores de Serviço de Tecnologia da Informação que ainda não possuem autorização direta de operação. A razão é que essas empresas precisam se adequar às novas e mais rígidas regras de capital social e governança. Assim, o limite é um “freio de emergência” para proteger o sistema até que todas as Instituições Financeiras estejam no mesmo nível de segurança, como a Up.p. O rigor do BC é para a sua proteção. Escolha sempre Instituições Financeiras que cumprem todas as regras de segurança. Aproveite a segurança e o suporte financeiro que você precisa. visite o nosso site e saiba mais!
Lavagem de dinheiro e sequestro: foco das novas regras para o Pix

Introdução O Banco Central explicou que o Pix se tornou o principal alvo de lavagem de dinheiro, golpes digitais, com o aumento de sequestros-relâmpago e fraudes envolvendo transferências de alto valor. Assim, o novo pacote de segurança foi criado com um foco claro: a prevenção de crimes graves, incluindo a lavagem de dinheiro. O novo teto de R$15 mil por operação para Instituições Financeiras não regulamentadas é um “freio de emergência temporário” para conter a escalada dos crimes. Portanto, as medidas visam proteger não apenas o sistema financeiro, mas, principalmente, a vida e o patrimônio dos usuários. A segurança é o foco. A Up.p garante que suas transações e seu crédito sejam sempre seguros e protegidos contra qualquer tipo de fraude. Baixe nosso app e tenha a certeza de que seu dinheiro está em boas mãos!
Fintechs, as novas regras do BC e o futuro digital

Introdução As novas regras do BC (Banco do Brasil) trouxeram exigências mais rigorosas para o mercado digital. Agora, os prestadores de serviço de tecnologia (PSTIs) e fintechs menores precisam comprovar R$15 milhões de capital social. O prazo para se adequarem foi antecipado para maio de 2026. Assim, essa medida significa que o BC está elevando o nível de segurança e solvência no setor digital. Empresas que não conseguirem se adequar terão suas operações limitadas. Mas, para o usuário, isso é um ganho de segurança, pois garante que apenas Instituições Financeiras sólidas e com boa governança permanecerão operando com total liberdade, como a Up.p. O futuro do crédito é seguro e digital. A Up.p já cumpre todas as exigências de capital e segurança. Visite o nosso site e faça parte do futuro seguro das finanças!
Novas regras do Pix: limite de R$15 mil no Pix?

Introdução Uma das notícias mais comentadas foi o novo limite de R$15 mil por operação no Pix e TED. Mas, calma! Esse limite não afeta a maioria dos usuários. O novo limite de R$15 mil por transação vale exclusivamente para Instituições Financeiras sem autorização direta de operação pelo Banco Central, o que inclui algumas fintechs e intermediários tecnológicos. Portanto, se você é cliente de um banco tradicional ou de uma fintech já autorizada, como a Up.p, seus limites de Pix continuam sendo definidos de forma personalizada pela própria Instituição Financeira. O BC reforçou que menos de 1% das operações no país são afetadas por essa mudança. As regras do Pix buscam mais segurança, e a Up.p já está em conformidade com as exigências. Se você busca crédito, pode ter tranquilidade. Acesse o nosso site e simule o crédito seguro e digital que você precisa!