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Inadimplência e juros altos pressionam fundos de crédito

O mercado financeiro em 2026 atravessa um momento de reajuste severo. O que muitos investidores consideravam um “porto seguro” — os fundos de crédito privado — está sob forte estresse. A combinação de inadimplência e juros altos tem gerado uma volatilidade inesperada em carteiras de renda fixa, provocando resgates bilionários que já somam aproximadamente R$ 12 bilhões nas últimas semanas. O problema central reside na alavancagem das empresas. Muitas companhias apostaram em uma queda célere da Selic que não se concretizou. Agora, com o custo da dívida elevado e a inflação persistente, gigantes do mercado começam a apresentar dificuldades operacionais, impactando diretamente os títulos de dívida (debêntures) que compõem esses fundos. Veja mais em: Desenrola Brasil: novo programa pode usar FGTS para quitar dívidas Os principais fatores que pressionam fundos de crédito hoje: Para o trabalhador e o pequeno investidor, o cenário exige cautela e uma revisão estratégica. A percepção de que a renda fixa é isenta de riscos é um equívoco perigoso; fundos de crédito podem, sim, registrar perdas nominais. Especialistas apontam que a diversificação e a busca por ativos com garantias reais tornam-se essenciais para atravessar esse período de instabilidade sem comprometer o patrimônio. Nesse contexto, entender onde seu dinheiro está alocado é o primeiro passo para não ser pego de surpresa por movimentos bruscos do mercado. O momento é de priorizar a liquidez e a segurança em instituições que ofereçam transparência total sobre as taxas e riscos envolvidos. Quer proteger seu orçamento e entender como navegar com segurança em tempos de incerteza econômica? Visite nosso site e acompanhe nosso blog para guias detalhados sobre educação financeira e crédito consciente. Não perca nenhuma atualização do mercado: entre agora no nosso canal do WhatsApp e receba informações exclusivas para fazer o seu dinheiro render com inteligência. Com a Up.p, você evolui com segurança e informação de qualidade!

Dívidas de juros altos x contas essenciais: qual pagar primeiro?

Introdução No aperto, a dúvida é cruel: pago a conta de luz para não cortar o serviço, ou pago a parcela do cartão de crédito? A regra de ouro é: priorize o pagamento das dívidas com juros mais altos. As contas de consumo, embora essenciais, têm juros e multas menores do que o rotativo do cartão ou o cheque especial. Assim, use o crédito Consignado CLT da Up.p para quitar a dívida mais cara (cartão/cheque). Ao fazer isso, você troca uma dívida que cresce exponencialmente por uma parcela fixa de juros baixos. O segundo passo é negociar as contas essenciais em atraso. Essa estratégia impede que você caia na armadilha do endividamento crônico. Lute contra os juros abusivos! O Consignado CLT é sua arma secreta para pagar o que realmente custa caro e proteger seu patrimônio. Simule agora mesmo seu consignado e proteja-se das dívidas de juros altos!

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