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Crédito do Trabalhador passa a aceitar novas garantias e terá taxa máxima de 1,99% ao mês

Homem jovem em escritório, sorrindo e usando tablet enquanto lê sobre Crédito do Trabalhador em sala com janelas grandes, ambiente corporativo e casual.

O Crédito do Trabalhador entrou em uma nova fase com a publicação de normas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que regulamentam o uso de garantias nas operações de consignado para trabalhadores com carteira assinada. Além de permitir a utilização de parte das verbas rescisórias e do FGTS como garantia, as novas regras também estabelecem taxa máxima de juros de 1,99% ao mês para as operações que utilizarem esse modelo. As mudanças foram oficializadas pela Resolução CGCONSIG/MTE nº 3 e pela Portaria MTE nº 1.115, ambas publicadas em 26 de junho de 2026, e já estão em vigor. O Crédito do Trabalhador agora permite que parte das verbas rescisórias e do FGTS sejam utilizadas como garantia nas operações de consignado CLT. Com isso, as operações que utilizarem esse mecanismo passam a contar com taxa máxima de juros de 1,99% ao mês, buscando ampliar o acesso ao crédito em condições mais favoráveis. O que muda no Crédito do Trabalhador? A principal novidade é a regulamentação das garantias que podem ser vinculadas ao contrato de crédito. Na prática, o trabalhador poderá oferecer, de forma autorizada, parte dos recursos relacionados ao vínculo empregatício para reduzir o risco da operação. Entre as garantias previstas estão: As garantias poderão ser utilizadas em: Já as operações de renegociação permanecem fora dessa possibilidade. Qual é a nova taxa máxima de juros? Outro ponto importante da regulamentação é a definição de um teto de juros de 1,99% ao mês para as operações com garantia. Segundo a resolução, esse limite vale para operações realizadas tanto pelos canais das instituições financeiras quanto pela Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital), desde que observadas as regras previstas para utilização das garantias. As operações do Crédito do Trabalhador que utilizarem as novas garantias passam a observar taxa máxima de juros de 1,99% ao mês, medida que busca tornar o crédito mais acessível aos trabalhadores formais. Como funcionam as garantias? As garantias não significam um desconto imediato no FGTS ou nas verbas rescisórias. Elas somente poderão ser acionadas nas situações previstas na regulamentação, como nos casos de encerramento do vínculo empregatício, respeitando a ordem e os limites estabelecidos pelo MTE. Além disso: Quem pode ser impactado pelas novas regras? As mudanças beneficiam principalmente trabalhadores que possuem vínculo formal de emprego e desejam contratar crédito consignado com condições potencialmente mais competitivas. Com a redução do risco para as instituições financeiras, a expectativa é de que haja: Ao mesmo tempo, continua sendo fundamental avaliar a capacidade de pagamento antes da contratação de qualquer empréstimo. As novas regras já estão valendo? Sim. As normas entraram em vigor com a publicação da regulamentação em 26 de junho de 2026, permitindo que as instituições financeiras passem a oferecer operações dentro das novas regras e da infraestrutura da CTPS Digital. O que o trabalhador deve observar antes de contratar? Mesmo com a definição de um teto para os juros, é importante comparar as propostas disponíveis no mercado. Antes de contratar, vale verificar: Esses cuidados ajudam a fazer uma contratação mais consciente e adequada às necessidades financeiras. Quer acompanhar mais notícias, atualizações e análises do universo financeiro? Acesse nosso blog e acompanhe também nosso canal no WhatsApp para receber novidades e alertas importantes.

Governo anuncia novas medidas para ampliar o acesso ao crédito e incentivar a adimplência

A foto mostra duas pessoas de terno apertando as mãos em reunião profissional, em um escritório, com documentos e caderno sobre a mesa, sugerindo negociação ou parceria.

O Governo Federal anunciou um novo pacote de medidas voltadas ao acesso ao crédito, à redução dos juros e ao incentivo para que trabalhadores e estudantes mantenham seus compromissos financeiros em dia.  Entre as novidades estão a criação do Desenrola Adimplentes, o Fies Empreendedor e a possibilidade de utilizar parte do saldo do FGTS como garantia em operações do Crédito do Trabalhador.  As iniciativas foram apresentadas por meio de Medida Provisória e regulamentações complementares. As medidas têm como objetivo ampliar o acesso a financiamentos com condições mais favoráveis, reduzir o risco de inadimplência e estimular o crédito responsável para diferentes perfis de brasileiros. O novo pacote do Governo Federal busca ampliar o acesso ao crédito por meio de juros menores, incentivos para bons pagadores e novas garantias para operações de financiamento, beneficiando trabalhadores formais, informais e egressos do Fies. O que muda com as novas medidas de crédito? O pacote reúne três iniciativas principais: Cada uma atende um público diferente, mas todas têm um objetivo em comum: oferecer condições de financiamento mais acessíveis para quem mantém um bom histórico de pagamento. Desenrola Adimplentes amplia o foco para trabalhadores informais A nova modalidade amplia a política pública do Desenrola ao incluir trabalhadores informais que costumam enfrentar maiores dificuldades para conseguir crédito. Poderão participar pessoas que possuam operação de crédito em andamento, tenham pago pelo menos quatro parcelas e estejam com os pagamentos em dia ou com atraso de até 90 dias, observadas as regras estabelecidas pela Medida Provisória.  O objetivo é substituir a dívida atual por outra com condições mais vantajosas e juros limitados a 1,99% ao mês. O Desenrola Adimplentes é uma nova linha de crédito destinada principalmente aos trabalhadores informais que mantêm um bom histórico de pagamento, permitindo renegociar operações existentes com juros menores e parcelas mais sustentáveis. FGTS poderá ser usado como garantia no Crédito do Trabalhador Outra novidade anunciada é a utilização do saldo do FGTS como garantia em operações do Crédito do Trabalhador. Segundo o governo, a medida busca reduzir o risco para as instituições financeiras e, consequentemente, permitir taxas de juros mais baixas.  Nas operações que utilizarem essa garantia, os juros poderão ficar limitados a 1,99% ao mês, conforme as regras definidas para a modalidade.  A utilização do FGTS será opcional, cabendo exclusivamente ao trabalhador decidir se deseja oferecer essa garantia. O que é o Fies Empreendedor? O pacote também contempla quem manteve os pagamentos do financiamento estudantil em dia. O Fies Empreendedor cria uma linha de crédito destinada a egressos adimplentes do programa que desejam abrir ou expandir um negócio. A iniciativa não representa perdão ou renegociação das dívidas do Fies, mas sim um incentivo para quem construiu um histórico positivo de pagamentos. Entre as condições anunciadas estão: Quem pode ser beneficiado? As medidas atingem públicos diferentes: O uso do FGTS como garantia é obrigatório? Não. A utilização do saldo do FGTS será facultativa.  O trabalhador poderá optar por utilizar ou não essa garantia ao contratar uma operação de crédito.  Segundo o Governo Federal, a intenção é ampliar as possibilidades de acesso a financiamentos com juros menores, sem obrigar o uso do fundo. Qual o impacto esperado para consumidores? Na avaliação do governo, o conjunto de medidas pode contribuir para: Especialistas também destacam que, embora condições mais favoráveis possam facilitar a organização financeira, a contratação de qualquer crédito deve considerar a capacidade de pagamento e o planejamento do orçamento familiar. Próximos passos As novas regras passam a integrar a política pública de incentivo ao crédito e à adimplência.  Algumas medidas já entram em vigor com a publicação da Medida Provisória e das regulamentações específicas, enquanto a operacionalização depende da adaptação das instituições financeiras e dos canais de contratação. Para conhecer todos os detalhes da iniciativa, é possível consultar a publicação oficial do Governo Federal. Continue acompanhando as principais notícias do mercado financeiro Quer acompanhar mais notícias, atualizações e análises do universo financeiro? Acesse o blog da Up.p e  acompanhe também o canal do Whatsapp para receber novidades e alertas importantes. 

Quando a reaverbação ajuda a organizar as finanças

Mulher sentada em um parque, com um celular na mão, pensando e digitando mensagens enquanto olha para a tela ao lado de árvores e caminho ao ar livre.

Organizar o orçamento nem sempre significa cortar gastos. Em muitos casos, a reaverbação pode ser uma alternativa para reduzir o impacto das parcelas no orçamento mensal, tornando o pagamento de um empréstimo consignado mais compatível com a realidade financeira do momento. Para quem busca maior equilíbrio nas contas, entender quando fazer reaverbação é um passo importante para evitar atrasos, recuperar o controle financeiro e melhorar o planejamento de longo prazo. Ao longo deste conteúdo, será possível entender como funciona a reaverbação de consignado, quando ela pode ser vantajosa e em quais situações vale a pena avaliar essa possibilidade. O que é reaverbação? A reaverbação é o processo de atualização ou reorganização das informações relacionadas a um contrato de crédito consignado, normalmente realizado quando há mudanças na margem consignável ou em situações que permitem uma nova análise das condições do empréstimo. Na prática, esse procedimento pode possibilitar a adequação das parcelas ao momento financeiro do cliente, contribuindo para uma gestão mais eficiente do orçamento. A reaverbação é uma alternativa utilizada para adequar contratos de crédito consignado quando há mudanças na margem disponível ou nas condições que permitem reorganizar o pagamento das parcelas. Quando fazer reaverbação? A resposta depende da situação financeira e das condições do contrato vigente. De forma geral, quando fazer reaverbação passa a ser uma dúvida comum em momentos como: Quanto mais cedo a situação for analisada, maiores costumam ser as possibilidades de encontrar soluções compatíveis com o perfil financeiro. A reaverbação costuma ser indicada quando existe possibilidade de reorganizar o contrato consignado para tornar as parcelas mais adequadas ao orçamento disponível. Como a reaverbação ajuda na organização financeira? O maior benefício está na previsibilidade. Quando as parcelas deixam de comprometer uma parte excessiva da renda, torna-se mais fácil administrar despesas essenciais, criar uma reserva financeira e reduzir o risco de inadimplência. Entre os principais benefícios estão: Isso não significa aumentar o endividamento, mas buscar condições mais compatíveis com a realidade financeira. Reaverbação de consignado: quais são as vantagens? A reaverbação de consignado pode trazer benefícios importantes para quem deseja reorganizar suas finanças sem recorrer a modalidades de crédito mais caras. As principais vantagens incluem: Cada instituição financeira possui regras próprias para realizar a análise da operação. Reaverbação ou contratar um novo empréstimo? Essa comparação é bastante comum. Reaverbação Novo empréstimo Aproveita um contrato já existente Cria um novo contrato Pode reorganizar as condições do pagamento Gera uma nova obrigação financeira Pode melhorar o planejamento financeiro Pode aumentar o comprometimento da renda Depende das condições disponíveis Exige nova contratação A melhor alternativa depende das necessidades do cliente, da margem disponível e da análise realizada pela instituição financeira. Em quais situações a reaverbação faz mais sentido? Alguns cenários costumam justificar uma avaliação mais detalhada. 1. Mudança na renda Quando há alteração salarial ou atualização da margem consignável, pode existir espaço para reorganizar o contrato. 2. Orçamento apertado Se as despesas fixas cresceram e o orçamento ficou comprometido, revisar o contrato pode contribuir para recuperar o equilíbrio financeiro. 3. Planejamento financeiro Quem pretende reorganizar as finanças antes que ocorram atrasos também pode avaliar essa possibilidade. 4. Novas condições de contratação Dependendo das regras vigentes, a reaverbação pode permitir melhores condições em relação ao contrato anterior. Como avaliar se vale a pena? Antes de tomar qualquer decisão, alguns pontos merecem atenção. Considere analisar: Uma avaliação cuidadosa evita decisões precipitadas e permite escolher a solução mais adequada. A melhor decisão financeira é aquela que reduz o comprometimento do orçamento sem comprometer o planejamento futuro. Como a Up.p pode ajudar? Quem procura soluções para organizar a vida financeira encontra na Up.p alternativas desenvolvidas para diferentes perfis de clientes. Além da Antecipação do FGTS, que permite antecipar valores do saque-aniversário sem parcelas mensais, a empresa também oferece soluções em Consignado CLT, modalidade que reúne condições diferenciadas para trabalhadores com carteira assinada. Dependendo do perfil e da necessidade, essas opções podem contribuir para reduzir a pressão sobre o orçamento e facilitar o planejamento financeiro. Perguntas frequentes A reaverbação reduz automaticamente o valor da parcela? Não. A redução depende das condições do contrato, da margem consignável disponível e da análise realizada pela instituição financeira. Quando fazer reaverbação é mais indicado? Normalmente quando ocorre alteração na margem consignável, mudança financeira ou necessidade de reorganizar o orçamento para evitar dificuldades futuras. Toda pessoa com consignado pode solicitar reaverbação? A possibilidade depende das regras da instituição financeira e das condições do contrato vigente. Reaverbação de consignado aumenta a dívida? Nem sempre. O objetivo costuma ser reorganizar o contrato existente, mas cada operação possui características próprias que devem ser analisadas individualmente. Vale mais a pena fazer reaverbação ou contratar outro crédito? Depende da situação financeira de cada pessoa. Em muitos casos, reorganizar um contrato existente pode ser mais vantajoso do que assumir uma nova obrigação financeira. A reaverbação pode ser uma ferramenta importante para quem busca maior controle financeiro e deseja adaptar um contrato consignado às condições atuais do orçamento.  Antes de qualquer decisão, vale analisar cuidadosamente as possibilidades disponíveis e comparar alternativas que contribuam para um planejamento financeiro sustentável. Se deseja conhecer mais conteúdos sobre crédito, educação financeira e organização das finanças, acesse o Blog da Up.p. Caso esteja procurando soluções de crédito com praticidade e condições adequadas ao seu perfil, conheça as opções de Consignado CLT e Antecipação FGTS disponíveis na Up.p.

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